sexta-feira, outubro 04, 2013
Aquela sensação de final de verão...
terça-feira, fevereiro 22, 2011
A dança da Fénix
O meu corpo bailava leve ao sabor da brisa que acompanhava aquele pôr-do-sol. Aquela luz que se tornava mais intensa e torrada a cada segundo. Estavam todos ali como tinha pedido. Estavam ali porque concordavam com a minha ideia de pôr-do-sol – a ideia de renovação que cada fim de dia traz, da fénix que arde sem dor e renasce esbelta e pronta a viver no dia seguinte, sem se lembrar do sofrimento passado. A luz passava de laranja a vermelha e o céu avizinhava um novo dia quente. Sentia-os ali comigo, parados e calados enquanto o horizonte se fechava perante os seus olhos, com a promessa de um dia brilhante e mais sereno. Quando o último raio de sol perscrutou o céu ouvi-os despedirem-se. “Descansa em Paz”.
- Escrever Escrever - Dezembro 2010 -
segunda-feira, março 01, 2010
segunda-feira, setembro 14, 2009
Hoje lembrei-me de nós e senti-nos virar a esquina. Já não podendo sequer olhar para trás, pensar na ínfima possibilidade uma última vez. Saltámos os dois para extremos opostos. Na verdade, tu saltaste. Eu esqueci-me de respirar fundo antes do salto, retraí-me. Traí-me.
Hoje, uma vez mais, tentei parar e compreender o que quero. Tempo perdido. Continuo a andar às escuras - a dar oportunidade ao que surge, a dar mais de mim a quem nada exige e nada oferece em troca. A guardar.
Hoje já não tive saudades tuas. Continuo a ter da ideia que és, no entanto. Na ideia do que todos vocês são. Estou cansada.
E não me apetece rever o texto.
sábado, junho 13, 2009
sábado, fevereiro 21, 2009
Páginas em branco
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Lição aprendida. Significas tão menos agora que percebi isto!
Nostalgia

terça-feira, novembro 18, 2008
quarta-feira, outubro 01, 2008
Saída de emergência

Do outro lado, abres-me a porta e mostras o sorriso cúmplice de alguém que sabe que está a cometer um crime necessário e justificável. Respiro fundo enquanto dou o primeiro passo e o que me rodeia pesa de alegria, histórias vividas à gargalhada e abraços sentidos.
O mar visto cá de cima enche a alma com ondulações de paixões passadas e primeiros amores sofridos. Os antigos rostos assumem linhas que oscilam, não fortes o suficiente para marcar a memória.
O ar abafado relembra os sonhos que ficaram de parte por força das circunstâncias, ao mesmo tempo que recupera a última esperança de os concretizar. Os locais por visitar, os amigos por conhecer, as experiências que ditam o rumo das nossas vidas.
Tudo se desvanece, tu continuas ali com os olhos brilhantes e o silêncio ensurdecedor até que me mostras que é tempo de voltar. O sol pôs-se, o mar acalmou e o ar agora frio lembra que o Verão passou e a vida impôs outros afazeres.
É hora de crescer. Mas é sempre bom saber que a porta de emergência, tal como tu, continuam no mesmo sítio à espera da próxima vez que eu precise de ser salva.
quarta-feira, maio 21, 2008

terça-feira, maio 06, 2008
Once in a blue moon...

domingo, abril 06, 2008
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Da Graça ao Chiado
sábado, fevereiro 16, 2008

